quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Brasil avança no ranking da Previdência Privada
Os gastos previdenciários do Brasil correspondem a 11,7% do PIB. O país que encabeça a lista, a Itália, gasta com Previdência 17,6% do PIB.
"O gasto do governo brasileiro com o sistema previdenciário está acima da capacidade de pagamento do país".
Os dados utilizados no cálculo incluem o pagamento das aposentadorias públicas e privadas por tempo de contribuição e benefícios como a aposentadoria rural e as pensões por idade. O governo quer mudar a contabilidade desses gastos, para retirar esses benefícios da conta da Previdência, e assim reduzir o déficit do sistema.
Nos outros países, o cálculo pode ser diferente, mas os economistas do Ipea utilizaram os dados oficiais informados à OCDE por cada país.
Variáveis
Para concluir que os gastos brasileiros são elevados, os economistas do Ipea analisaram cinco variáveis. "A combinação desses indicadores mostra que o Brasil está gastando muito com Previdência, mais do que esses indicadores exigem".
Um desses indicadores é a dependência demográfica, que mede a proporção entre a população com mais de 65 anos em relação à população em idade ativa. O número do Brasil é 9, o que significa uma proporção relativamente baixa de idosos dependendo dos trabalhadores na ativa. Na Itália, por exemplo, esse indicador é 29,7.
"Quanto mais alto, maior o gasto com Previdência, então o gasto do Brasil, por este indicador, deveria ser menor".
Também deveria contribuir para um gasto menor a alíquota elevada de contribuição sobre os salários, que no Brasil é de 31% - o máximo na amostra analisada é de 35%.
Por outro lado, contribui para diminuir a sustentabilidade do sistema o fato de a proporção dos contribuintes como força de trabalho (empregos formais) ser de 56,4% do total. "É uma base de financiamento precária para a base de beneficiários que o sistema se propõe a atender".
O valor médio dos benefícios recebidos por aposentados e pensionistas brasileiros em relação à renda per capita do país está acima da média dos outros países analisados. No Brasil, os benefícios representam 59,4% da renda per capita, enquanto na mediana dos outros países é de 48,5%.
Idade mínima
Dos 113 países da amostra, o Brasil é um dos seis que não tem limites claros de idade mínima para aposentadoria. Embora as mudanças mais recentes nas regras tenham estabelecido idade mínima para quem entra no sistema, não se pode dizer que o país tem, como um todo, uma idade mínima, porque ainda é possível se aposentar apenas pelo tempo de contribuição.
"Isso faz com que a pirâmide de contribuintes e beneficiários, que deveria ser larga na base e fina no topo, no Brasil seja alargada no meio".
Miranda está entre os economistas que defendem - como a área econômica do governo - a mudança na contabilidade na Previdência para retirar da conta os pagamentos com a aposentadoria rural e a pensão por idade, recebidos por pessoas que não contribuíram para o sistema. "São benefícios sociais, e deveriam ser custeados pelo Tesouro, não pela Previdência".
Se a contabilidade de fato mudar, o gasto de 11,7% do PIB com Previdência deve diminuir, mas ele não se arrisca a dizer se o sistema ainda vai continuar acima da capacidade de pagamento do governo. "São cálculos muito complexos, e seria preciso refazer todas as contas".
Embora seja um órgão do governo - antes subordinado ao Ministério do Planejamento e agora à Secretaria de Planejamento de Longo Prazo -, o Ipea faz estudos de forma independente das políticas oficiais. O estudo sobre a Previdência é um texto para discussão, e não uma proposta oficial do órgão sobre o assunto
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Previdência é uma despesa que tem que estar no orçamento familiar
Chegou a hora de chamar a família para uma boa conversa, pois vocês estão gastando além da conta. Numa perspectiva muito otimista, você que recebe R$ 6 mil vai se aposentar com metade do seu poder aquisitivo. Isso quer dizer que, se você já tem problemas hoje para financiar seus gastos, o futuro é sombrio quando receberá metade do que ganha atualmente.
O mercado de previdência está em verdadeira ebulição. Aspectos como longevidade e quebra do modelo tradicional de previdência têm levado sérias preocupações a gestores de carteira, governos e famílias. Se você não tem acompanhado esse debate, está bastante atrasado.
Quanto maior sua renda, maior também será o problema para financiar a aposentadoria. Isso porque a diferença entre o que você ganha e o que vai receber do governo aumenta. A outra razão é que a expectativa de vida para os mais ricos é maior. A expectativa de vida do brasileiro está, em média, acima de 68 anos. Mas, no grupo de pessoas de renda mais alta, a expectativa de vida está acima de 80 anos. "Na verdade, é um problema grave já para quem recebe acima de R$ 4 mil", diz o executivo. O impacto da longevidade sobre sua necessidade de construir um patrimônio é direto e veja que esta análise está restrita aos aspectos de previdência. "Some-se a este problema os custos com saúde durante sua aposentadoria e aí você terá um grande problema".
Se você conseguir acumular R$ 1 milhão, poderá retirar mensalmente R$ 5 mil durante a aposentadoria. Trata-se de um valor médio, e que já leva em conta a expectativa de vida atual. "O ideal é que você consuma 0,5% de sua reserva da aposentadoria para que ela seja suficiente para toda a sua vida". "Há quem estipule 1%, mas acho muito arriscado".
Para ter R$ 1 milhão daqui a 30 anos, você precisará investir R$ 175 mil numa aplicação hoje que lhe renda 6% ao ano sobre a inflação. O outro caminho é fazer aportes mensais e deixar que as taxas de juro compostas façam o trabalho mais difícil para você. "Você precisa separar 10% do seu salário para esta finalidade".
Aos 35 anos de idade, para cada R$ 10 que você acumula na aposentadoria, R$ 7 vem da capitalização das aplicações e apenas R$ 3 são de contribuição efetivamente, ou seja, de você colocar a mão no bolso. Aos 45 anos de idade esta relação já fica em 50%. E, aos 50 anos de idade, a relação se inverte e fica R$ 3 de capitalização para R$ 7 de contribuição.
Essas famílias que estão na faixa mais alta de renda e ainda assim não estão conseguindo viver com o que ganham têm um enorme problema. "Eu aconselho fazer um orçamento, pois, provavelmente eles não tem sequer um orçamento". "Esta é uma despesa extremamente importante e que tem de fazer parte do orçamento doméstico".
Tempo e dinheiro é questão de pragmatismo. "Muitas pessoas dizem que estão sem tempo e passam horas na frente da televisão". Com dinheiro ocorre o mesmo. Basta um olhar mais acurado no orçamento para enxergar ralos por onde podem estar escoando os dias de boa vida durante sua aposentadoria.
"Quando fizer seu orçamento pense primeiro em você". Caso contrário, você terá de encontrar alguém que pague seus custos depois de aposentado ou terá que mudar seu padrão de vida. "O problema da aposentadoria é individual, não espere que alguém resolva para você".
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Policia descobre desmanche de motos roubadas
31.08.2007Demacro encontrou 12 motos em um desmanche na Rua Guaianases, na região Central de São Paulo; investigação começou após registro de diversos furtos na região; cinco pessoas foram presas nesta sexta-feira, 31 de Agosto de 2007.
Por isso quando for comprar peças nas "bocas" exija no mínimo Nota Fiscal. Mesmo assim você já sabe qual é a origem da peça adquirida, não é ? Principalmente se o vendedor disser: "Não tenho hoje mas passa aqui amanhã, que tá na mão, mano"... quem sabe a sua amanhã não servirá também para outro consumidor "esperto" comprar as peças mais baratas... depois ainda fica bravo que o seguro é caro... modelos que não tem suas peças comercializadas na região da General Osório (SP) tem seu custo de seguro bem razoável.
Portanto, não alimente o mercado que além de levar sua moto pode levar sua vida.
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Porto Seguro mantém crescimento para o ano
O lucro líquido foi de R$ 219 milhões no primeiro semestre deste ano, alta de 20,7% em relação ao mesmo período do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido ficou em 28,9%. A receita do grupo atingiu R$ 2,4 bilhões no período, crescimento de 13,5%, sendo R$ 1,3 bilhão de automóvel.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Crescimento da Previdência Privada VGBL
Mesmo sem levar em conta o VGBL, o desempenho do mercado de seguros vem ficando acima das projeções iniciais, ainda que a diferença seja residual. Segundo a Susep, o percentual de crescimento aguardado (sem o VGBL) passou de 12% para 12,24% entre maio e agosto.
Ainda de acordo com a Susep, o VGBL deverá gerar este ano um volume de prêmios da ordem de R$ 19,5 bilhões, o que representa 33,3% do faturamento global do mercado previsto pela autarquia. Já a participação da carteira de automóveis (com receita projetada de R$ 13,7 bilhões) vai girar em torno de 23,5%.
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Porto Seguro Transporte Cargas dobra a área para guincho gratuíto
O serviço gratuito de guincho do Porto Seguro Transportes foi ampliado do raio de 100 para 200 km de distância do local do sinistro, garantindo maior eficiência à remoção do veículo transportador impossibilitado de locomoção em casos de acidentes, como colisão capotagem e tombamento. O benefício, exclusivo no mercado para o segmento de Transportes, é oferecido aos segurados do Porto Seguro Transporte Mais Simples e Porto Seguro Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário - Carga (RCTR-C).
O Porto Seguro Transporte Mais Simples, especialmente elaborado para pequenos e médios empresários dos segmentos de indústria e comércio, cobre os danos causados à mercadoria durante seu transporte, decorrentes de acidentes rodoviários envolvendo o veículo, roubos oriundos de assalto à mão armada ou desaparecimento total do carregamento, ocorridos em todo o território nacional. Com processo de análise, contratação e emissão de propostas mais ágil e simplificado, esse seguro possui uma forma de pagamento facilitada e dispensa o segurado da comunicação de embarques (averbação). O limite máximo da indenização é estabelecido de acordo com o perfil do risco, e os custos são personalizados conforme o tipo da mercadoria ou ramo de atividade da empresa. Entre os principais setores atendidos pelo produto estão o Têxtil, o Automotivo e o de Combustível.
Já o seguro de Responsabilidade Civil do Transporte Rodoviário de Cargas RCTR-C tem finalidade de garantir ao transportador a cobertura de danos e prejuízos causados à mercadoria de terceiros sob sua responsabilidade. É um seguro obrigatório, e que ampara o segurado contra danos materiais decorrentes de acidentes rodoviários como colisão, tombamento e incêndio. O limite máximo de indenização e o custo do seguro são estabelecidos de acordo com o perfil do risco. Para garantir agilidade na operação, a averbação é feita via Internet.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Acidente com motos e motoclistas
Levando em conta as condições da pista, o estudo identificou, em oposição aos dados oficiais dos órgãos públicos, que 75% desses acidentes ocorreram em pista seca, o que sugere más condições da via. Quanto ao tempo de uso e tipo de veículo envolvido, tanto para as motos quanto para os automóveis, os dados evidenciaram que a maioria tinha entre um e cinco anos de uso, divergindo de estudos que apontam maior ocorrência de acidentes com veículos com mais de cinco anos.
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Seguro em transporte cresce co alta das exportações
Levantamento do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio demonstra que, nos cinco primeiros meses deste ano, as exportações somam US$ 60 bilhões, crescimento de 20% na comparação do período de janeiro a maio de 2006.
Os bons resultados comerciais têm demonstrado reflexos importantes na carteira de transporte internacional das seguradoras. A líder no segmento de seguros em transportes, tem concentrado maior atenção às operações de exportação. "Há quatro anos temos nos dedicado a realizar pesquisas desse mercado, uma vez que, nesse período, os números do comércio exterior brasileiro mais do que dobraram", afirma Teixeira, diretor de Transportes da seguradora. A Porto Seguro também tem notado os reflexos do bom momento da balança comercial brasileira.
A empresa registrou crescimento expressivo da arrecadação do segmento transporte internacional entre janeiro e abril de 2007. Foram R$ 1,474 milhões, valor 15% maior que o arrecadado em período equivalente no ano passado: R$ 1,279 milhões. "O destaque entre os seguros de transporte é de fato o setor de transportes internacionais. Cresceu bem mais que a média de 3% do restante desta carteira. E o modal rodoviário ainda continua sendo o responsável por transportar grande parte de tudo aquilo o que o País produz", explica Pereira, diretor de ramos elementares e transportes da Porto Seguro.
Não é somente o ramo das exportações que tem aumentado a arrecadação das empresas que atuam com seguros de transportes. O segmento de seguros em transportes nacionais terrestres também tem registrado crescimento. em outra, houve aumento de 11% de janeiro a maio de 2007. Partiu de 1,7 milhão de janeiro a maio de 2006 para 1,9 milhão, na comparação com idêntico período deste ano. O diretor de transportes da seguradora, Santos, atribui a melhora dos resultados à maior agressividade da estratégia adotada pela empresa no período. "Estávamos muito conservadores na área de seguros de transportes. Reestruturamos o setor, contratamos novo pessoal e modificamos essa mentalidade".
terça-feira, 12 de junho de 2007
Reservas superam os R$ 100 Bilhões na Previdência Privada
Por conta dos benefícios fiscais, além da sucessiva diminuição da rentabilidade dos fundos de renda fixa, a população começa a enxergar a previdência privada como opção de investimento de médio e longo prazo, independentemente da aposentadoria.
Prova disto é o crescimento das reservas - recursos acumulados pelos participantes do sistema de previdência de todos os produtos - chegou a R$ 101,1 bilhões até março de 2007, crescimento de 24,54%. A captação total foi de R$ 6 bilhões, alta de 20%. Os planos contratados em nome de filhos ou netos tem tido um dos melhores desempenhos. No primeiro trimestre deste ano, a captação dos planos para menores atingiu a marca de R$ 303,4 milhões, alta de 67,5%.
A principal meta do presidente da Federação Nacional das Empresas de Previdência Privada e de Vida (Fenaprevi), que acaba de assumir o comando da entidade, é ajudar o mercado de previdência aberta e de seguro de vida a deslanchar. "Queremos viabilizar seguros de vida para a população de baixa renda e tornar os planos de previdência mais acessíveis para as pequenas e médias empresas".
Existe uma forte demanda por poupança de longo prazo e o produto cumpre a função de realizar sonhos, seja ele qual for. Para ele, o Brasil deve seguir o exemplo de mercados maduros, como o norte-americano, onde existem produtos bastante específicos, como os destinados a cobrir despesas educacionais e também de saúde.
Outra tendência será a criação de produtos com serviços agregados, a exemplo do que já existe em outras modalidades. "Temos um seguro de vida específico para as mulheres, com coberturas para doenças como câncer de mama. Estamos pensando em um plano de previdência com características parecidas".
Apesar de utilizarem roupagens diferenciadas, os planos de previdência voltados para fins específicos possuem estrutura parecida. Em geral, são PGBLs (Plano Gerador de Benefício Livre) ou VGBLs (Vida Gerador de Benefício Livre), produtos que se diferenciam basicamente pela forma de tributação. Enquanto no PGBL é possível deduzir o valor das contribuições até o limite de 12% da renda bruta anual, no VGBL a tributação incide sobre o ganho de capital.
O que tem mudado bastante no mercado é o perfil dos participantes. "As mulheres estão em ascensão. Em 2006 elas eram 39% e hoje já são 42% dos clientes", diz o vice-presidente da Bradesco Vida e Previdência, Marco Antônio Rossi.
A queda da faixa etária é outro fenômeno recente. "Temos clientes com idade entre 20 e 25 anos, que estão no primeiro emprego. Há pouco tempo isto não existia".
Outra aposta das seguradoras que atuam no mercado de previdência são os planos corporativos, especialmente os voltados para médias empresas. Diversas companhias estão reforçando os esforços para este público, que até então vinha sendo praticamente ignorado. A estratégia, neste caso, é oferecer, por meio do departamento de recursos humanos das empresas, vantagens que os funcionários não encontrariam na rede de distribuição tradicional. "Estamos trabalhando com este público há cerca de um ano e para isto estruturamos um núcleo de atendimento específico".
Segundo dados apurados pela Fenaprevi, os planos corporativos captaram R$ 1,1 bilhão nos três primeiros meses de 2007, o que representa uma elevação de 24% em relação a igual período de 2006. "Temos duas grandes metas para este ano: aumentar a carteira do público de alta renda e melhorar nossa inserção entre as empresas. "O principal apelo para os empregadores é a retenção de talentos".
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Porto Seguro Consórcio cresce com indicação de clientes
No mercado de consórcio há mais de 30 anos e atuando no segmento de imóveis desde 1998, a empresa também revela que aproximadamente 25% dos mais de 7.600 imóveis entregues até março de 2007 já foram quitados. Atualmente, o Porto Seguro Consórcio Imóvel conta com quase 35 mil consorciados. São contemplados em média, por mês, mais de 300 consorciados no imóvel e mais de 100 no automóvel. A eficácia e segurança do sistema também refletem no índice de inadimplência dos contemplados, que é um dos menores do mercado: apenas 1,2%.
Casa própria - atenta à constatação de que grande parte das pessoas que adere à modalidade sonha em comprar a primeira casa própria e, por isso, paga aluguel, a Porto Seguro Consórcio oferece o plano 'Aluguel + Fácil', que permite pagamento em até 144 meses, com parcelas menores até a contemplação e aquisição do imóvel. Em todos os planos é possível utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para oferecer lances ou complementar a carta de crédito: a empresa possui parceria com agentes financeiros que viabilizam o saque do Fundo em prazos e custos mais vantajosos. Para acelerar a contemplação, o consorciado ainda pode usar até 30% do seu crédito para dar um lance (exceto no Plano Aluguel + Fácil).
Outros benefícios diferenciam a Porto Seguro Consócio no mercado. Todos os clientes do consórcio de imóveis contemplados ganham, no momento da assinatura da escritura, um seguro residencial da companhia. O seguro, além das coberturas tradicionais para incêndio, explosão, queda de raio e aluguel de outro imóvel no caso desses sinistros, dá direito a diversos serviços, como desentupimento, eletricista, chaveiro, entre outros.
Condições - o Porto Seguro Consórcio Imóvel pode ser contratado em até 144 parcelas sem juros, com mensalidades atualizadas uma vez por ano pelo INCC-FGV (Índice Nacional da Construção Civil - Fundação Getúlio Vargas). Em cada grupo é contemplado mensalmente um consorciado por sorteio e, em média, dois por lance. A taxa de administração do Porto Seguro Consórcio está entre as menores do mercado: 1,5% ao ano (ou 0,1250% ao mês). Os créditos variam de R$ 30 mil a R$ 150 mil e as parcelas variam de R$ 257,88 a R$ 1.289,40 (a partir da quarta parcela, incluindo seguro). A aprovação das cotas é ágil e o consorciado conta com assessoria jurídica gratuita.
Além de imóveis residenciais, o Porto Seguro Consórcio pode ser utilizado para a aquisição de casa na praia ou campo e imóveis comerciais - novos ou usados - e ainda para reformar ou construir.
Para ser um consorciado:
Os interessados em adquirir uma cota de consórcio devem estar atentos no momento de escolher uma operadora. Algumas atitudes preventivas evitam problemas e servem para amparar e garantir o consorciado.
Antes de contratar:
Confirmar se a empresa possui autorização do Banco Central para atuar como administradora de consórcio; desconsiderar as promessas verbais: todos os direitos e obrigações do Consórcio estão estabelecidos no contrato; ler atentamente as cláusulas contratuais, observando se as informações são claras, legíveis e com letras grandes, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor; pedir à empresa todos os esclarecimentos que julgar necessário.
Devem constar no Contrato:
Identificação das partes contratantes;
Descrição do bem, conjunto de bens ou serviços;
Obrigações financeiras do consorciado;
Condições para contemplação;
Prazo e duração do contrato;
Taxa de administração;
Possibilidade de antecipação de pagamento de parcelas;
Condições para transferência de direitos e obrigações;
Quando contemplado, o consorciado deve entrar em contato com a administradora e receberá o "Kit Contemplação", informando os procedimentos a serem adotados, como:
Fases da contemplação; Relação de documentos necessários para o processo de análise de crédito; Relação de documentos para análise da garantia (Aquisição, reforma ou construção de imóvel).
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Carro velho, despesa maior de seguro
Data: 28.05.2007 - Fonte: Jornal O Tempo
Para viabilizar o seguro dos carros mais velhos, as companhias querem regulamentar o uso de peças usadas.
Estamos discutindo propostas para baratear o conserto e, conseqüentemente, o seguro, mas é preciso criar um órgão de regulamentação e certificação dessas peças, para não alimentar o mercado de roubo de veículos?, afirma o diretor da Fenseg, Rodrigues Freitas.
Segundo Freitas, a inviabilidade de segurar a frota mais antiga está na obrigatoriedade de usar peças novas nos consertos, o que faz a relação custo-benefício cair.
Vamos supor que a porta de um automóvel novo custe R$ 2.000. O valor será 6% de um carro novo, avaliado em R$ 30 mil, mas, se o conserto for de um carro velho, de R$ 8.000, o preço da porta será equivalente a 25% do valor total do carro?, explica Freitas.
O governo até criou um seguro popular para baratear os custos para os veículos usados, mas, segundo o coordenador da gerência de seguros de danos e capitalização da Superintendência de Seguros Privados (Susep), não houve adesão por parte das companhias.
A alternativa encontrada para reduzir o preço do seguro dos usados foi restringir a cobertura para apenas indenização integral, feita em caso de perda total, quando o custo do reparo é igual ou superior a 75% do valor do carro. Como o seguro popular não cobre pequenas colisões, não há franquia.
A contratação só pode ser feita com base em um valor do carro previamente determinado. Atualmente, além dessa opção, o cliente do seguro tradicional também pode escolher a indenização por preço de mercado.
Diante dessas restrições, as seguradoras preferiram manter os atuais produtos, justifica Donega. Donega lembra que a regulamentação das peças usadas não depende da Susep.
É o Código de Defesa do Consumidor que determina a obrigação de repor peças apenas por novas, portanto, certificar as peças usadas não passa pela Susep, mas sim pela legislação, destaca.
Para o diretor da área de automóveis da AGF, a regulamentação das peças usadas seria a solução ideal. No entanto, só funcionaria se viesse acompanhada de uma rígida certificação e fiscalização dessas peças, pois existe risco de a medida estimular o roubo de veículos para alimentar esse mercado.
A questão ambiental também está em jogo. Segundo o diretor de produtos da Tokio Marine (seguradora do Banco Real), é preciso definir os locais de destino das peças que não serão aproveitadas.
Permitir o uso de peças usadas é um processo complexo, mas sem dúvida traria significativa redução de custos. Portanto, é algo para pensarmos a longo prazo, afirma Pereira.
Idade, endereço e até filhos influem no preço da apólice
Um mesmo modelo de carro e vários preços para o seguro. A idade, o estado civil, a quantidade de filhos, os endereços residencial e profissional. Tudo interfere na hora de fazer o seguro e cada seguradora tem um questionário diferente.
Segundo simulação para uma Parati 2007, enquanto um homem sem filhos, 43, pagaria R$ 4.239,36, um condutor com filhos entre 17 e 25 anos pagaria R$ 7.057,24, 66,5% a mais.
Se o seguro fosse feito para um jovem de 20 anos, o custo subiria para R$ 15.418,61, ou seja, 263,7% a mais em relação ao homem sem filhos e 118,5% a mais do que no caso do homem com filhos. Se o condutor de 20 anos fosse uma mulher, o preço cairia pela metade e ela pagaria R$ 7.404,91.
Segundo o gerente da área de automóveis da Porto Seguro, o enquadramento do consumidor surgiu há aproximadamente dez anos, como forma de tornar os valores mais justos.
Antes dos perfis, era como se cobrássemos R$ 2.000 para todos os tipos de condutores. Com o perfil, um motorista de 50 anos, com mais tempo de carteira, paga R$ 1.700 e um condutor jovem paga R$ 2.300?, exemplifica.
O diretor de produtos da Tokio Marine (Banco Real), explica que a probabilidade de o jovem bater ou ter o carro batido é maior, até mesmo pelo tempo de exposição do veículo.
Um jovem sai muito mais à noite, lembrando que não há um fator determinante para a formação do preço. O que define o valor é a combinação de vários fatores, afirma.
As mulheres, por exemplo, explica o diretor de automóveis da AGF Seguros, são mais cuidadosas. Elas pagam, em média, de 10% a 25% menos, mas, dependendo do perfil, o desconto pode chegar a 50%, afirma.
Os termos usados nas perguntas são padronizados pela Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), mas cada empresa pode incluir as questões que achar mais relevantes.
Isso torna a concorrência mais saudável e cabe ao consumidor pesquisar que empresa oferece o melhor preço para o seu perfil.
Diferença entre Zona Sul e Noroeste é de 23%
O mecânico Jairo de Oliveira, 67, morador do bairro Padre Eustáquio, já teve três carros roubados, todos na região Noroeste. Não fiquei no prejuízo porque os três tinham seguro, conta Oliveira.
No entanto, o bairro onde mora o deixa em constante desvantagem, por ser o campeão de roubos de veículos da capital. Atualmente, ele tem um Astra 2001 e, recentemente, pagou cerca de R$ 1.500 pelo seguro.
Se ele morasse no Funcionários, na região Sul, o seguro cairia para R$ 1.350,00. A discrepância também é visivelmente percebida no inverso.
O administrador Marcelo Vitor Alves, 32, mora no Funcionários e nunca foi assaltado. Ele tem um Siena 2005/2006 e pagou R$ 1.603 pelo seguro. Caso ele morasse no Padre Eustáquio, o valor subiria para R$ 1.971, que usou a mesma seguradora para simular os preços.
A diferença, de R$ 368, corresponde a um aumento de 23% em relação ao Funcionários. Um levantamento divulgado no site do Sindicato das Empresas de Seguros Privados (Sesmig) mostra que o índice de roubos e furtos de veículos no Padre Eustáquio é três vezes maior do que o do Funcionários.
Segundo os dados, que tiveram o ano de 2005 como base, enquanto 103 veículos foram roubados no Funcionários, no Padre Eustáquio, o número chegou a 403, uma média de mais de um carro por dia.
sexta-feira, 18 de maio de 2007
Previdência Privada cresce 20% no primeiro trimestre
O destaque, mais uma vez, foi o VGBL, que gerou receita da ordem de R$ 4 bilhões, 30,2% a mais do que nos três primeiros meses do ano passado. Já o PGBL cresceu apenas 1,9%, com receita de R$ 1,1 bilhão. O VGBL respondeu por 67% do faturamento do setor no trimestre.
Até março, as empresas de previdência aberta faturaram R$ 856,5 milhões com os planos tradicionais, o que representa um incremento de 7,2% em relação ao primeiro trimestre do exercício anterior.
Os dados da Fenaprevi mostram que, no primeiro trimestre, os planos para menores cresceram 67,6%, com receita total de R$ 303,4 milhões.
Já os planos corporativos captaram R$ 1,1 bilhão no primeiro trimestre, com alta de 24,1%. Os planos individuais também tiveram um bom desempenho no período, com crescimento de 17,1% e R$ 4,5 bilhões em receita.
A maior parte do faturamento foi gerada pelos planos individuais (76,3%). Os planos empresariais contribuíram com 18,6% e aqueles destinados a menores de idade perfizeram 5,1% do total captado no primeiro trimestre.
Em relação à carteira de investimentos - que inclui as reservas técnicas, as reservas livres, o capital de seguradoras e outros valores - o mercado de Previdência Privada complementar cresceu 25,2% em março em relação ao mesmo mês do ano anterior. No final do mês, essa carteira acumulava recursos da ordem de R$ 107 bilhões.
terça-feira, 15 de maio de 2007
Porto Seguro seguros investe R$ 120 Milhões até 2.010
Data: 15.05.2007 - Fonte: Monitor Mercantil
A seguradora Porto Seguro anunciou nesta segunda-feira que pretende investir cerca de R$ 120 milhões em projetos de ampliação até 2010. Dentre eles, está a construção de um edifício de escritórios, a construção de um edifício para a instalação de uma Central de Processamento de Dados (CPD) e uma Central de Atendimento 24 horas que já está em fase final e deve ser inaugurada ainda este mês."Este valor de, aproximadamente, R$ 30 milhões por ano vem de recursos próprios", disse o diretor de relações com investidores, Urbinati. De acordo com o executivo, estes são os projetos mais significativos, mas outros devem acontecer. "Tem projetos onde se gasta R$ 1 milhão, tem projeto onde se gasta R$ 800 mil", disse o executivo.
Azul Seguros
Sobre o braço da empresa Azul Seguros, os executivos explicaram que desde o começo há o cuidado para os interesses desta não se misturarem com os da própria Porto. "O cliente sabe quando ele quer Porto e quando ele quer Azul", disse o vice-presidente executivo da companhia, Fabio Luchetti, sobre a subsidiária que está nos planos de expansão geográfica da Porto. A Porto Seguro anunciou na última sexta-feira lucro líquido de R$ 97,3 milhões no primeiro trimestre de 2007, crescimento de 0,9% sobre o mesmo período de 2006.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Seguro Fiança corresponde a 15,23% dos contratos em São Paulo
Data: 02.05.2007 - Fonte: Gazeta de Limeira
Pesquisa realizada pelo Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) mostrou que mesmo com um novo mecanismo (o seguro-fiança) para fechar contratos de aluguel, o fiador responde por 88,43% deles.Segundo Moura, com o contrato assinado através de fiador, os casos de inadimplência são mínimos. O porcentual de execuções fiscais chega a 2%. Já no caso do seguro-fiança, em que o inquilino possui mais condição financeira para arcar com os custos, apenas a seguradora responde nas situações de não-pagamento e o porcentual também é pequeno porque o número de interessados nessa modalidade também é pequeno.
De acordo com o Creci, cidades do interior do Estado podem estar cada vez mais parecidas com a capital em alguns aspectos da vida urbana moderna, como a violência e o desemprego. Mas há algumas tradições e costumes que ainda resistem ao tempo, como alugar imóvel com a garantia de um fiador.
A PESQUISA
Evidência desse comportamento diferenciado foi colhida na pesquisa do Creci com 1.436 imobiliárias de 37 cidades do Estado. O fiador foi a modalidade de garantia adotada em 88,43% dos novos contratos de aluguel assinados em fevereiro último nos municípios do Interior.
Já o seguro-fiança, instrumento tido como mais moderno, respondeu por apenas 8,31% das novas locações e o depósito em poupança de valor equivalente a três meses de aluguel foi a forma de garantia adotada em 3,26% dos contratos. “Ao se comparar esse resultado no interior com os das outras três regiões do Estado em que a pesquisa é dividida, fica claro que o compromisso no ‘fio do bigode’ continua sendo exercitado em parcela importante do mercado imobiliário”, definiu José Augusto Viana Neto, presidente do Creci, que se pronunciou através de sua Assessoria de Imprensa.
Na Capital, o fiador respondeu por 54% dos novos contratos em fevereiro, porcentual que foi de 63,12% no Litoral e de 56,47% nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco. “A diferença de até 34 pontos porcentuais do interior em relação à Capital é explicável, principalmente, pelo fato de que as relações pessoais nas pequenas e médias cidades estão amparadas em maior conhecimento mútuo, proximidade entre conhecidos e nos laços de parentesco mais estreitos do que em São Paulo”, explicou Viana Neto. Em São Paulo, o seguro fiança foi a forma de garantia usada em 15,23% dos contratos assinados no período e o depósito, em 30,76%.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Porto Seguro lucra R$ 97 milhões no trimestre
Data: 02.05.2007 - Fonte: Fenaseg
A Porto Seguro registrou lucro líquido de R$ 97 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 0,9% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas somaram R$ 1,23 bilhão, 6,2% acima do resultado do primeiro trimestre de 2006. Desse valor, a maior parte, R$ 1,01 bilhão, referem-se a seguros, R$ 28 milhões a contribuições de previdência privada;R$ 7 milhões com serviços de monitoramento; R$ 19 milhões com consórcio; R$ 10 milhões com operações de crédito.
As receitas financeiras obtidas com seguros somaram R$ 149 milhões. Os resultados estão no site da seguradora e foram enviados à Comissão de Valores Mobiliários no último dia 25.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Migração entre Planos de Previdência Privada
Data: 26.04.2007 - Fonte: Valor Econômico
Em um ano, o prazo médio das transferências de recursos entre diferentes planos de previdência aberta caiu de 23 para apenas 10 dias corridos. Em abril do ano passado foi criado o Sistema de Intercâmbio para Documentos Eletrônicos (Side), que englobou em um mesmo ambiente todas as solicitações de portabilidade dos participantes de Planos Geradores de Benefícios Livres (PGBLs) e Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBLs). Antes do Side, algumas migrações chegavam a durar até 60 dias. "Isso abalava muito a transparência, segurança e credibilidade do mercado", lembra.Com o avanço, o setor também consegue atingir as exigências do órgão regulador. Segundo circulares da Superintendência de Seguros Privados (Susep), as seguradoras têm prazo de até cinco dias úteis entre o período para a instituição liberar os recursos a partir da data de notificação feita pela companhia que receberá os recursos. Por esse critério, o prazo médio de transferências caiu para quatro dias.
Mas isso não quer dizer que todos os investidores conseguem transferir os recursos nesse prazo. Em março, em 22% dos casos a transferência não foi efetuada. Entre as principais causas para isso estão a falta de documentos ou mesmo desistência da migração. Se houver problemas com dados, o pedido terá de ser refeito.
De abril do ano passado até aqui, R$ 920 milhões já foram transferidos pelo Side. Apenas no mês passado, esse volume chegou a R$ 114,7 milhões, o recorde desde a sua criação. Quando mais participantes entendem que é simples migrar entre os planos, mais tendem a solicitar a transferência quando motivados a mudar de empresa, principalmente aqueles que estão com seus planos em Bancos.
Segundo Maida, além do Side, as seguradoras também aperfeiçoaram ferramentas de controle interno para migração, o que colabora com a queda do prazo médio de transferência. Para transferir os recursos, basta aos participantes ir consultar seu corretor (http://www.yrd.com.br) e informar a conta. Sobre o volume transferido, a seguradora que recebe o total não pode cobrar taxa de carregamento.
Maida, do Side, chama atenção para o fato de também ter caído a idade média dos participantes que solicitam a migração entre diferentes planos de previdência, sinal de que preocupações com rentabilidade e serviços das seguradoras estão mais em evidência entre os investidores. A parcela de portabilidade dos planos para menores, por exemplo, cresceu de 5,7% do total há um ano para quase 9% das migrações atualmente. No período, 73% dos pedidos de portabilidade referiram-se a participantes com menos de 50 anos.
Mas destaca que são ainda principalmente os participantes de maior renda que usam a portabilidade. O volume médio por transferência em março foi de R$ 36,6 mil. São exatamente esses participantes de maior porte os mais abordados por seguradoras concorrentes para transferirem os recursos.
A presença mais ostensiva de determinadas seguradoras no mercado em busca de novos clientes também estimula o crescimento da portabilidade, que pulou de poucos milhões há um ano para cerca de R$ 100 milhões atualmente. "E a tendência é de esse ritmo continuar em crescimento, porque cada vez mais gente tem planos de previdência, com mais recursos, e as empresas estão atuando em nichos mais segmentados".
A redução do prazo médio de transferência ganha importância à medida que mais investidores mudam seus recursos de planos conservadores para outros mais agressivos, com renda variável. Isso porque algumas semanas de rentabilidade da bolsa de valores podem significar boa diferença no patrimônio investido. Quem esperasse anteriormente 40, 50 dias para sair de um plano de renda fixa para ir a um com bolsa, poderia perder uma boa valorização nesse período.
Unibanco AIG Seguros assume a liderença em Seguros no Ranking do Sincor
Data: 26.04.2007 - Fonte: Valor Online
A Unibanco AIG assumiu a primeira posição em ranking do setor de seguros feito pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP) com dados até fevereiro. Com 12,40% de participação, a companhia ultrapassou a Bradesco Seguros, que detém 12,27% do mercado, em levantamento que não inclui previdência VGBL nem o segmento de saúde.
Nos dois primeiros meses de 2007, a AIG-Unibanco faturou mais de R$ 791 milhões. A Bradesco Seguros teve receitas de R$ 783 milhões. Em seguida aparecem a Porto Seguro, com R$ 555,4 milhões (e 8,70% de mercado) e a SulAmérica (R$ 531,2 milhões e 32%).
Boa parte dessa liderança foi puxada pelo crescimento de 35% do seguro patrimonial, em relação ao mesmo período de 2006. Nesse segmento, a AIG-Unibanco é a líder, com 37,03% do mercado, mais de três vezes o total do segundo colocado, a Itaú, que possui 9,61% do total.
Já os ganhos com o seguro de automóveis caíram 2% neste primeiro bimestre, em comparação com igual período do ano passado. Ainda assim, é o principal setor. Somando-se os resultados das mais de 50 companhias que atuam no país com seguros para carros, a categoria faturou R$ 2,92 bilhões nesses dois meses. A líder é a Porto Seguro, com 16,18% de participação e faturamento de R$ 437 milhões. Em seguida vem Bradesco Seguros com 13,30% (R$ 389 milhões) e SulAmérica com 12,02% do total (R$ 351 milhões).
No total, o faturamento das seguradoras teve uma variação positiva de 6%, para R$ 6,38 bilhões, contra os R$ 6,02 bilhões nos dois primeiros meses do ano passado. Segundo o presidente da entidade, a maior procura por previdência e o crescimento da frota de veículos deve fazer o setor avançar 15% neste ano, acima dos 11% de crescimento do ano passado.
Para ele, a abertura do mercado de resseguros também deve aumentar a competição entre as empresas em áreas que o Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) não quiser atuar. "A concorrência aumenta em segmentos com riscos declináveis, com as companhias aceitando mais riscos que não aceitavam antes", avalia.
Outro espaço para crescer, está no segmento popular, para bens de até R$ 3 mil. "Ainda é preciso aceitar alguns detalhes, já que para veículos com esses valores não podemos oferecer todas as coberturas", explica.